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espontâneo
anterior a 1990 ou s.d.
escapado de cultivo
extinto
nova quadrícula
Detalhes
Ecologia
Locais pedregosos, areias, bermas de caminhos e cultivos abandonados. Em locais secos e ruderalizados.
Tipo biológico
Hemicriptófito
Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
Mercurialis tomentosa é uma erva perene, que ocorre desde o sul de França até Portugal, onde está presente desde Trás-os-Montes até ao Algarve, embora restrita a alguns locais com condições ecológicas favoráveis. Habita em solos pedregosos, secos, geralmente de ph básico e algo ruderalizados, mas também em depósitos arenosos no leito de cheia de rios. As principais pressões sobre a população nacional estão relacionadas com a expansão da agricultura intensiva e também com a regularização dos regimes de caudal de cheia devido à construção de barragens, o que provoca um conjunto de alterações ecológicas que impactam negativamente as condições de habitat favoráveis à espécie. Face a estas pressões, é avaliada como Vulnerável (VU) com base na reduzida área de ocupação (164 km2), na existência de apenas 7 localizações e por se identificar declínio continuado nos seguintes parâmetros: área, qualidade e extensão do habitat (observado), área de ocupação e tamanho populacional (inferido).
Para a sua conservação, deverão ser salvaguardadas áreas ocupadas por pousios e de olivais tradicionais de sequeiro, em solo básico (subpopulações do Alto e Baixo Alentejo) e áreas de depósitos arenosos em leito de cheia (subpopulação do rio Douro e afluentes), nas quais deverão ser implementadas medidas de gestão de habitat favoráveis à espécie, em colaboração com os proprietários e com recurso, se necessário, a compensações financeiras. Adicionalmente, sugere-se a interdição do uso de herbicidas para controlo de vegetação dos taludes de estrada nas áreas de ocorrência da planta, a monitorização dos núcleos populacionais conhecidos e a realização de esforços de prospeção.
Para a sua conservação, deverão ser salvaguardadas áreas ocupadas por pousios e de olivais tradicionais de sequeiro, em solo básico (subpopulações do Alto e Baixo Alentejo) e áreas de depósitos arenosos em leito de cheia (subpopulação do rio Douro e afluentes), nas quais deverão ser implementadas medidas de gestão de habitat favoráveis à espécie, em colaboração com os proprietários e com recurso, se necessário, a compensações financeiras. Adicionalmente, sugere-se a interdição do uso de herbicidas para controlo de vegetação dos taludes de estrada nas áreas de ocorrência da planta, a monitorização dos núcleos populacionais conhecidos e a realização de esforços de prospeção.
Dados
Frutificação (n=2)
Preferências bioclimáticas
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