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    Mandragora autumnalis Bertol.
    Solanales > Solanaceae > Mandragora > M. autumnalis (comparar)
    mandrágora
    autóctone
    Az
    Ma

    Distribuição mapa em constante actualização

    61 registos centrar | como citar

    espontâneo
    anterior a 1990 ou s.d.
    nova quadrícula
    escapado de cultivo
    extinto

    Detalhes

    Ecologia
    Clareiras, bermas de caminos, olivais, pinhais e baldios. Menos frequentemente em orlas de sapal, margens de linhas de água. Preferentemente sobre solos argilosos, margosos ou calcários.
    Tipo biológico
    Hemicriptófito
    Categoria de risco de extinção em Portugal Continental segundo critérios IUCN
    Em Perigo
    Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
    Mandragora autumnalis é uma herbácea perene, acaule, de floração outonal que habita em pousios, margens de caminhos e de campos agrícolas de sequeiro, em solo básico. A população nacional distribui-se apenas no Alentejo e Algarve e é constituída por nove núcleos conhecidos, isolados entre si. A maioria dos núcleos tem menos de 50 indivíduos, estimando-se que a população nacional tenha cerca de 400 indivíduos maduros conhecidos. A planta é avaliada como Em Perigo porque tem uma área de ocupação baixa (cerca de 60 km2), está severamente fragmentada e se observa um declínio continuado na área e qualidade do habitat, que permite inferir e projetar um declínio populacional continuado. As principais pressões e ameaças são a expansão e a intensificação agrícola em larga escala, que têm resultado numa conversão rápida do seu habitat em culturas intensivas de regadio e de pomares. Estas pressões já provocaram a quase extinção de um núcleo em Cuba, havendo outro em Serpa também em risco. A expansão urbana e de empreendimentos turísticos no Algarve representa também uma ameaça grave, uma vez que os núcleos aí estão todos embebidos na malha rural e urbana, estando um deles já sujeito a um plano de urbanização concreto. Devem ser tomadas medidas para salvaguardar todos os núcleos, priorizando desde já os maiores, averiguando as suas ameaças e agindo em conformidade, por exemplo, criando área(s) protegida(s) ou sensibilizando. Considera-se a hipótese de translocação nos casos em que os núcleos se encontrem irremediavelmente ameaçados. Deve ainda ser salvaguardado o património genético e feita propagação em viveiro para eventuais reforços populacionais dos núcleos conhecidos.

    Dados

    Floração (n=28)
    Altitude (n=61)
    Distância ao mar (n=61)
    Download de mapas

     


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