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    Galium viscosum Vahl
    Gentianales > Rubiaceae > Galium > G. viscosum (comparar)
    solda-perfumada
    autóctone
    Az
    Ma

    Distribuição mapa em constante actualização

    72 registos centrar | como citar

    espontâneo
    anterior a 1990 ou s.d.
    nova quadrícula
    escapado de cultivo
    extinto

    Detalhes

    Ecologia
    Prados anuais em pousios e clareiras de matos. Em sítios secos, sobre substratos básicos.
    Tipo biológico
    Terófito
    Categoria de risco de extinção em Portugal Continental segundo critérios IUCN
    Vulnerável
    Características a confirmar
    -Pétalas claramente apiculadas.
    Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
    Galium viscosum é uma herbácea endémica do sudoeste da Península Ibérica e noroeste de África, que habita pousios e olivais tradicionais de sequeiro, em solos básicos. A população nacional é muito dispersa pelo sul de Portugal, conhecendo-se em oito localizações afastadas, sendo todos os núcleos pequenos em área ocupada. Houve uma importante redução na sua extensão de ocorrência devido à provável extinção de quatro núcleos extremos. Avalia-se como Vulnerável porque tem uma extensão de ocorrência e área de ocupação baixas, apenas oito localizações identificadas, e declínio continuado na área de ocupação, extensão de ocorrência, área e qualidade do habitat, número de localizações, e tamanho da população. Embora o número de localizações possa estar algo subestimado, considera-se que, face às ameaças muito graves que estão instaladas e à raridade da planta, é adequada a categoria proposta. A principal ameaça é a expansão da agricultura intensiva em larga escala, que está a destruir rapidamente grandes áreas de habitat favorável pela conversão de olivais extensivos de sequeiro em intensivos, em particular numa região com grande potencial para a planta (Ferreira-Beja-Cuba), e que se irá expandir também a Moura e Monsaraz, onde se localizam dois dos maiores núcleos populacionais. Propõe-se que seja criada uma área protegida para salvaguardar o maior núcleo (Torrão), o que beneficiará também outras plantas ameaçadas que aí ocorrem, e que os outros dois grandes núcleos sejam integrados numa rede de conservação de olivais tradicionais de sequeiro, que são habitat de muitas espécies ameaçadas. É também útil continuar a prospeção desta planta na região de Ferreira-Beja-Cuba e Elvas.

    Dados

    Floração (n=26)
    Altitude (n=71)
    Distância ao mar (n=71)
    Download de mapas

     


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