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Euphorbia transtagana Boiss.
Malpighiales > Euphorbiaceae > Euphorbia > E. transtagana (comparar)
leiteira-do-sudoeste
quase-endémica
Az
Ma

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espontâneo
anterior a 1990 ou s.d.
escapado de cultivo
extinto
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Detalhes

Ecologia
Clareiras de matos xerofílicos (charnecas) ou de sobreirais e pinhais algo degradados. Prefere solos acídicos, frequentemente arenosos e apenas ligeiramente húmidos e em locais soalheiros.
Tipo biológico
Caméfito, Hemicriptófito
Estatuto Directiva Habitats
Anexo II da Directiva Habitats, Anexo IV da Directiva Habitats
Categoria de risco de extinção em Portugal Continental segundo critérios IUCN
Pouco Preocupante
Endémica de
Península Ibérica
Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
Euphorbia transtagana é uma herbácea perene que ocorre em solos pobres e ácidos de arenitos e cascalhos, geralmente em urzais abertos. É uma planta pouco frequente em toda a sua área de distribuição, com um padrão caracterizado por um número elevado de pequenos núcleos populacionais, dispersos numa extensão territorial alargada. Não é possível uma estimativa fiável para o total da população nacional dado que só existe informação para uma quantidade reduzida de núcleos. Neste cenário, e apesar de haver suspeitas fortes de declínio continuado em alguns parâmetros, como o tamanho da população e extensão do habitat, o número de localizações é bastante elevado é seguramente superior a 15 e a planta não é presentemente qualificável em nenhuma categoria de ameaça, sendo avaliada como Pouco Preocupante, mantendo a categoria obtida na avaliação global anterior. Ameaças como a expansão urbana e de infraestruturas continuam a afetar áreas importantes para a espécie, destacando-se a região da península de Setúbal, norte de Lisboa e Algarve meridional e assinalando-se também a atividade florestal como ameaça em vários outros pontos da sua área de distribuição. Sugerem-se medidas preventivas para minimizar a destruição dos núcleos nestas regiões intensamente urbanizadas, nomeadamente condicionar a expansão urbano-turística nas áreas de habitat favorável, designar áreas de proteção nos núcleos de maior dimensão e regulamentar as práticas de gestão florestal, de forma a serem compatíveis com a conservação do seu habitat. Paralelamente deverá ser efetuada uma monitorização que permita detetar atempadamente situações de conflito que possam comprometer a sua sobrevivência.

Dados

Floração (n=45)
Created with Raphaël 2.0.2JFMAMJJASOND
Frutificação (n=9)
Created with Raphaël 2.0.2JFMAMJJASOND
Altitude (n=211)
Created with Raphaël 2.0.2826602000128
Distância ao mar (n=211)
Created with Raphaël 2.0.2190m109km0250km2.1km92km
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