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    Daveaua anthemoides Mariz
    Asterales > Asteraceae > Daveaua > D. anthemoides (comparar)
    margarida-de-daveau*
    autóctone
    Az
    Ma

    Distribuição mapa em constante actualização

    29 registos centrar | como citar

    espontâneo
    anterior a 1990 ou s.d.
    nova quadrícula
    escapado de cultivo
    extinto

    Detalhes

    Ecologia
    Pousios, incultos e pastagens extensivas, com alguma humidade.
    Observações
    Muito rara na Península Ibérica. Em Portugal, conhecida possivelmente em apenas 3 locais, acontecendo semelhante situação em Espanha. Embora a planta ocupe um habitat que, aparentemente, é frequente, as suas populações são pequenas, muito disjuntas e isoladas.
    Apesar de ser exteriormente muito semelhante a outros "malmequeres", esta espécie possui características morfológicas que a distanciam de todas as outras e justificam um género à parte.
    Tipo biológico
    Terófito
    Categoria de risco de extinção em Portugal Continental segundo critérios IUCN
    Criticamente Em Perigo
    Não confundir com
    Não confundir com Chamaemelum fuscatum, incomparavelmente mais frequente (ver comentário).
    Características a confirmar
    -Flores centrais com a corola bastante dilatada na base.
    -Pétalas não recurvadas para baixo após a floração, apenas secando de forma desordenada.
    -Disco central não alongando após a floração, mantendo-se apenas ligeiramente côncavo, tal como durante a floração.
    Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
    Daveaua anthemoides é uma planta herbácea anual endémica da Península Ibérica e Norte de África, que habita em prados com alguma humidade, associados a pousios, pastagens extensivas e várzeas agrícolas, em geral sobre solos ácidos. Trata-se de uma planta muito rara em toda a sua área de distribuição, com subpopulações pequenas, muito disjuntas e isoladas. Em Portugal são atualmente conhecidas apenas duas subpopulações distantes, ambas com baixo efetivo populacional (inferior a 50 indivíduos maduros), estando dois dos locais de ocorrência históricos provavelmente extintos. A planta é avaliada como Criticamente Em Perigo devido à sua reduzida extensão de ocorrência e área de ocupação, população nacional severamente fragmentada, e declínio continuado da sua extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do habitat, número de subpopulações e número de indivíduos maduros. As principais ameaças são a expansão urbanística (provável na subpopulação de Lisboa), e a intensificação agrícola e do pastoreio (na subpopulação de Castro Verde). Propõe-se como medidas de conservação a elaboração de um plano de conservação dedicado, que implique a definição de áreas de proteção onde se mantenha um uso extensivo da terra, a conservação do património genético em bancos de sementes e a monitorização regular das subpopulações.

    Dados

    Floração (n=16)
    Altitude (n=28)
    Distância ao mar (n=28)
    Download de mapas

     


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