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extinto
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Detalhes

Ecologia
Em clareiras de matos e afloramentos rochosos de rochas básicas e xistos verdes, por vezes localizados no leito de cheias e outros locais que encharcam temporariamente.
Tipo biológico
Hemicriptófito
Categoria de risco de extinção em Portugal Continental segundo critérios IUCN
Em Perigo
Endémica de
Península Ibérica
Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
Aster aragonensis é uma espécie endémica da Península Ibérica que habita em clareiras de matos e afloramentos de rochas básicas, cuja população nacional se encontra severamente fragmentada, com poucas e pequenas subpopulações, muito afastadas entre si e distribuídas numa extensa área entre a Estremadura e Trás-os-Montes. É avaliada como Em Perigo porque apresenta uma área de ocupação reduzida (cerca de 56 km2), encontra-se severamente fragmentada e infere-se um declínio continuado na área e qualidade do habitat. Estima-se que a população nacional seja constituída por menos de 1000 indivíduos maduros, identificando-se entre oito a 10 localizações. A florestação e as atividades de gestão florestal, o adensamento dos matos, a deposição de entulhos e a construção de parques eólicos constituem as principais ameaças à conservação da espécie, embora a maioria tenha um carácter estritamente local. Devido à sua reduzida dimensão, vários núcleos populacionais são muito suscetíveis a fenómenos de extinção estocástica. A maior subpopulação atualmente conhecida (serra da Carregueira) encontra-se ameaçada e não está abrangida por nenhuma área protegida, pelo que se propõe que seja assegurada a sua conservação. Propõe-se ainda a realização de estudos que permitam melhorar o conhecimento da área de ocorrência e da ecologia da espécie, assim como a monitorização periódica dos núcleos conhecidos para avaliar a tendência da população nacional.
Comentários

Nos concelhos de Bragança e Vinhais surge em afloramentos rochosos de rochas básicas e xistos verdes, por vezes localizadas no leito de cheias.
Carlos Aguiar em 27/01/2013

Na região da grande Lisboa parece aparecer apenas num único local na Serra da Carregueira, um estranho habitat - uma clareira de urzal (de Erica umbellata e Calluna vulgaris) que encharca temporariamente, com Schoenus nigricans.
Miguel Porto em 30/11/2012

Dados

Floração (n=9)
Created with Raphaël 2.0.2JFMAMJJASOND
Frutificação (n=1)
Created with Raphaël 2.0.2JFMAMJJASOND
Altitude (n=19)
Created with Raphaël 2.0.21611138020005155867258081045
Distância ao mar (n=19)
Created with Raphaël 2.0.212km161km0250km56km
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