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    Armeria arenaria subsp. segoviensis (Gand. ex Bernis) Nieto Fel.
    arméria-de-segóvia
    autóctone
    Az
    Ma

    Distribuição mapa em constante actualização

    29 registos centrar | como citar

    espontâneo
    anterior a 1990 ou s.d.
    escapado de cultivo
    extinto
    nova quadrícula

    Detalhes

    Ecologia
    Prados anuais sobre solos areno-argilosos de natureza granítica, em locais sujeitos a encharcamentos temporários.
    Observações
    Espécie só recentemente descrita para Portugal, consultar artigo AQUI.
    Tipo biológico
    Caméfito
    Categoria de risco de extinção em Portugal Continental segundo critérios IUCN
    Quase Ameaçada
    Endémica de
    Península Ibérica
    Avaliação na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
    Armeria arenaria subsp. segoviensis é uma planta endémica da Península Ibérica, cuja distribuição em Portugal continental atualmente apenas é conhecida no Alto Alentejo, sendo-lhe reconhecida uma elevadíssima complexidade taxonómica. Na sequência desta complexidade, a sua distribuição atual poderá estar subestimada, e consequentemente poderão existir grandes desvios quanto à estimativa do seu efetivo nacional. É de referir, no entanto, que a extensão de ocorrência e a área de ocupação, atualmente conhecidas, são reduzidas, carecendo ainda informação sobre declínio continuado no seu habitat ou no seu efetivo populacional. Esta planta é avaliada na categoria de Quase Ameaçada, um vez que, tem uma extensão de ocorrência e uma área de ocupação muito reduzidas, reconhecem-se apenas 3 localizações e, não se observando declínio continuado, aproxima-se dos critérios B1ab(v)+2ab(v) para Em Perigo. Será importante rever esta avaliação assim que se obtiverem informações adicionais. Estima-se que o efetivo nacional tenha cerca de 1000 indivíduos, pelo que poderia ser aplicado o critério C2a(ii), no entanto, carece de informação sobre o declínio continuado do tamanho da população. As pressões observadas, relacionadas com a potencial aplicação de herbicida, pastoreio ou sucessão natural justificam um estudo mais aprofundado sobre o seu impacto na dinâmica das populações, bem como a gestão do seu habitat. A sua complexidade taxonómica justifica futuros estudos sobre a sua taxonomia, a sua distribuição e até sobre as populações onde se verifica introgressão genética.

    Dados

    Floração (n=19)
    Frutificação (n=9)
    Altitude (n=29)
    Distância ao mar (n=29)
    Download de mapas

     


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