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    Ulmus minor Mill.
    Rosales > Ulmaceae > Ulmus > U. minor (comparar)
    olmo, negrilho, ulmeiro
    autóctone
    Lu
    Az
    Ma

    Distribuição mapa em constante actualização

    170 registos centrar | como citar

    Detalhes

    Ecologia
    Margens de cursos de água, sebes, orlas de matagais. Em solos húmidos, ricos em nutrientes, geralmente na vizinhança de povoados e a marginar prados naturais ou hortas.
    Observações
    Possivelmente um arqueófito. As folhas eram consumidas pelos animais domésticos, sobretudo por vacas e porcos, no pino do Verão. As populações portuguesas foram devastadas pelo Ophiostoma (Ceratocystis) ulmi (grafiose do ulmeiro), um fungo endófito disseminado por coleópteros escolitídeos, na década de 1980.
    Tipo biológico
    Fanerófito
    Ligações externas
    Comentários

    Estudos genéticos (Gil et al., 2004) apontam para que o táxone conhecido como U. procera Salisb. [= U.minor. var. vulgaris (Aiton) Richens], introduzido na Pen. Ibérica e Grã-Bretanha pelos Romanos, associado à cultura da vinha (veja-se que até muito recentemente o 'ulmeiro' era um dos suportes na minhota 'vinha-do-enforcado'), se trate de um único clone, propagado de forma vegetativa. Este táxone, muito susceptível à grafiose, deve ser interpretado assim como um simples cultivarde origem italiana: U. minor Mill. 'Atinia'. No entanto também se assinala a presença de populações nativas de U. minor na Pen. Ibérica, que corresponderá a U. minor Mill. var. minor (Martín et al., 2006) que, ao contrário do táxone exótico, também se reproduz sexuadamente. Dada a taxonomia complexa dos Ulmus não é tarefa simples distinguir tais populações.
    Estevão Portela-Pereira em 11/02/2016

    Dados

    Floração (n=2)
    Altitude (n=123)
    Distância ao mar (n=123)
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